domingo, 1 de agosto de 2010

Sobre a Abrangência das Coisas




É Preciso pensar na abrangência das coisas.

Até onde vai aquilo que já existe, se isso chega até você e se você é capaz de assimilar. Quando se conhece o novo, perde-se a noção do antigo. Não é só um acréscimo. É a reflexão espontânea que surge frente a novidade que causa o choque.

Quantos Estilos Musicais você conhece?

Quantas maneiras de se vestir você já experimentou?

Você realmente sabe qual dessas maneiras é a sua?

Quantas placas de comércio você já leu?

É preciso pensar na abrangência das coisas.

Muito do que se acredita pode ser quebrado com uma única imagem.

A arte que se acredita molda-se com um simples som

Será que buscamos esse abraço universal? Ou ele não é necessário?

Ser universal talvez nos recheasse de conceitos e armas, e munisse nossas mãos de argumentos.

Quantas pessoas diferentes já passaram em sua vida?

Elas eram realmente diferentes umas das outras, com mundos e crenças distintas?

Quantos abraços de calor e intensidade diversificados você já recebeu?

Eles duraram muito?

É Preciso pensar na abrangência das coisas.

Há muito que se ver e pouco tempo pra isso tudo,

Mas pensar nisso não é legal, então é preciso buscar. Mas onde encontrar é a resposta mais difícil, então é preciso esperar ou perguntar?

Naturalmente não se persegue quando chegamos ao limite de nossas informações, imagens, impressões, sentimentos, conceitos, experiências e sensações. Somente quando se tem o contato com o extraordinário é que isso se mostra, então a certeza é que precisamos correr, correr atrás do extraordinário. Não ter medo de engolir o desconhecido.

Quantas cenas não-cotidianas já presenciou?

Quantos segredos já confidenciou em menos de meia hora de intimidade?

Com quantas realidades diferentes já teve que lidar?

Quantas rostos diferentes já viu?

Quantos olhos distintos já dialogaram com você?

Temos que Querer mais

Há o que ser oferecido

As coisas são mais abrangentes do que se possa imaginar

É preciso Ver mais

Querer Mais

É preciso



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